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Memória da cena

A história do Festival Zepelim: o festival que queria voar pelo Nordeste e fez de Fortaleza a sua casa

O Festival Zepelim é um festival de música e artes de Fortaleza que nasceu para rodar três capitais do Nordeste e acabou fazendo do Marina Park Hotel a sua casa. A festa de lançamento foi adiada duas vezes pela pandemia, a estreia veio em agosto de 2022 e, de lá para cá, o festival levou Gilberto Gil e Ney Matogrosso à beira-mar, reuniu cerca de 15 mil pessoas num só dia e abriu um palco só para artistas cearenses. A quinta edição é em 21 de novembro de 2026.

Multidão à noite diante de um palco com arcos coloridos e telão, com um zepelim decorativo no alto da estrutura
O público diante dos palcos do Zepelim, no Marina Park, em novembro de 2025. Foto: reprodução, via Portal Nosso Meio

Em resumo

  • O Festival Zepelim foi anunciado no fim de 2021 como um festival itinerante para agosto de 2022, em Fortaleza, Recife e Salvador.

  • O evento de lançamento, o Zepelim Summer Experience, com Marina Sena e BaianaSystem, foi adiado de 22 de janeiro para 5 de março de 2022 e depois transferido para 20 de agosto, por causa dos decretos sanitários do Ceará.

  • A primeira edição aconteceu em 20 de agosto de 2022, no Marina Park Hotel, em Fortaleza, com 14 atrações em dois palcos, entre elas Alceu Valença, Luísa Sonza e Baco Exu do Blues.

  • A segunda edição, em 19 e 20 de agosto de 2023, teve Gilberto Gil no sábado e Ney Matogrosso no domingo.

  • A terceira edição, em 24 de agosto de 2024, reuniu cerca de 15 mil pessoas e 13 atrações num único dia.

  • Em 2025, a quarta edição estreou o palco Fortaleza É o Futuro, dedicado a artistas cearenses, e reuniu 15 mil pessoas.

  • Marina Sena é a única artista que se apresentou em todas as edições do Zepelim.

  • A quinta edição acontece em 21 de novembro de 2026, no Marina Park Hotel, com portões abertos às 15h.

Revisado em 3 de outubro de 2026.

Um dirigível que esperou para decolar (2021–2022)

O Zepelim foi anunciado no fim de 2021 com vontade de viajar. O plano era um festival itinerante em agosto de 2022, em Fortaleza, Recife e Salvador. Antes, viria uma prévia: o Zepelim Summer Experience, marcado para 22 de janeiro, na barraca Santa Praia, com Marina Sena e BaianaSystem e ingressos de R$ 100 a R$ 240.

O nome tem explicação. “Para nós, o Zepelim representa um meio de transporte lúdico. ‘Sonhe’. ‘Sinta’ e ‘Seja’ são as palavras que conduzem o Festival”, disse Gabriela Parente, diretora criativa do evento. A ideia, completou, era “unir e misturar sonoridades de todo o país” e diminuir as fronteiras geográficas pela arte.

Aí veio a ômicron. Um novo decreto sanitário do Ceará, divulgado em 5 de janeiro de 2022, empurrou o lançamento para 5 de março. Em fevereiro, nova mudança: o decreto não permitia eventos com mais de 500 pessoas em locais abertos, e os shows de Marina Sena e BaianaSystem foram remarcados para 20 de agosto, já dentro do festival. “O avanço da vacinação nos deu esperança de que pudéssemos realizar nosso evento”, explicou a organização. “Contudo, o novo avanço do contágio somado aos decretos nos dizem que vamos ter que esperar para nos encontrarmos.” Os ingressos continuaram valendo para a nova data.

Esperar, aliás, sempre fez parte da história. Anos depois, Gabriela Parente, sócia e diretora criativa do HUB ZPLM – Grupo Arte Produções, contou ao POPline: “Esse é um festival que a gente tinha idealizado há um tempo atrás, só que idealizamos antes do mercado estar pronto para ele. Então a gente esperou.”

A estreia à beira-mar (2022)

As vendas abriram em 7 de junho de 2022, com o line-up completo: 14 atrações e ingressos de R$ 160 a R$ 320. A realização era da Multi Entretenimento, do Grupo Arte Produções, e o endereço, o Marina Park Hotel, na Avenida Presidente Castelo Branco. Os portões abriam às 16h, a tempo do pôr do sol, num setor único com loja oficial, galeria de arte, feira de moda, praça de alimentação e um redário.

Prédio de hotel iluminado ao anoitecer, com espreguiçadeiras vazias à beira da piscina em primeiro plano
O Marina Park Hotel, à beira-mar de Fortaleza, onde aconteceram todas as edições do Zepelim (foto de 2008). Foto: Otávio Nogueira · Wikimedia Commons · CC BY 2.0

No sábado, 20 de agosto, as 14 atrações subiram aos dois palcos. Alceu Valença vinha com o show “Anunciação”, e o BaianaSystem, com a versão “Brasiliana” do “Sulamericano Show”, que a pandemia tinha interrompido, segundo o jornal O POVO. Mallu Magalhães trazia o disco “Esperança”, e o Bala Desejo, de Dora Morelenbaum, Julia Mestre, Lucas Nunes e Zé Ibarra, o álbum de estreia, “Sim Sim Sim”. Luísa Sonza, Marina Sena, Baco Exu do Blues, Lagum e Gilsons completavam o time de fora.

A turma da casa também subiu. Os Selvagens à Procura de Lei, “queridinhos do público cearense”, chegavam com o show de “Paraíso Portátil”, e o festival apostou em duas revelações locais: West Reis, no trap, e Igor Montenegro, no pop, que aos 23 anos prometia lançar ali uma música nova. West Reis, entusiasta do “trapseiro”, a mistura de trap e piseiro, disse ao jornal O POVO que era muito importante haver chance de projeção para artistas do estado em eventos assim. Gabriela Parente pensava parecido: “o Zepelim é celeiro também”.

Quanto durou, depende de quem conta. A programação anunciada pelo jornal O POVO tinha mais de dez horas; o Fortal contou 12, com milhares de pessoas e uma feira de 18 marcas. A estreia também recebeu a certificação “Women Friendly”, depois de um treinamento da equipe contra assédio, LGBTQIAP+fobia e racismo.

Na semana da estreia, Gabriela Parente já olhava adiante. “Essa primeira edição é um marco de um evento que vai entrar para o calendário da cidade. E, em breve, se expandirá por outros estados. Nossa viagem tá só começando”, prometeu.

Marina Sena, de cabelo cacheado e top metálico, canta de olhos fechados segurando o microfone
Marina Sena, escalada desde o lançamento adiado e a única artista em todas as edições do Zepelim (foto de junho de 2024, no Festival Sensacional). Foto: Área de Serviço / Festival Sensacional · Wikimedia Commons · CC BY-SA 2.0
Luísa Sonza, loira, de top e calça prateados e luvas cinza, num palco
Luísa Sonza tocou na estreia, em 2022, e foi a atração principal de 2025 (foto de fevereiro de 2023, no CarnaUOL). Foto: ArteView · Wikimedia Commons · CC BY 3.0

Dois dias, Gil e Ney (2023)

A segunda edição ganhou um dia a mais. O line-up foi revelado em 24 de maio de 2023, e o festival ocupou o Marina Park em 19 e 20 de agosto, com os palcos Sol e Mar um ao lado do outro. A conta de atrações muda conforme a fonte: a ISTOÉ falava em 24 nomes e mais de 14 horas por dia; o Portal Etcetera, em mais de 25. O artista espanhol Ricardo Cavolo assinou a ilustração da identidade visual.

O sábado foi de encontros. Os cearenses Selvagens à Procura de Lei dividiram o palco com O Grilo, e os pernambucanos da Nação Zumbi e da Academia da Berlinda tocaram juntos, como estava prometido. Na grade divulgada pelo Diário do Nordeste, Mateus Fazeno Rock abria o Palco Sol às 16h, Gilberto Gil entrava às 21h55 e o BaianaSystem, já depois da meia-noite. No show dos Gilsons, Rachel Reis apareceu para cantar “Bateu”, num encontro que ninguém esperava.

Para o domingo, a mesma grade punha Ney Matogrosso às 21h40, Marina Sena às 23h, João Gomes de madrugada e o Tropkillaz no encerramento, às 2h30. Mateus Carrilho surgiu de surpresa no show de Duda Beat para cantar “Chega”, o mineiro FBC fez ali o primeiro show no Nordeste e Marina Sena estreou em Fortaleza a turnê de “Vício Inerente”. Algumas atrações tinham mudado de dia, e a organização abriu troca e reembolso de ingressos.

Gilberto Gil, de óculos e camisa azul, toca guitarra diante do microfone sob luzes azuis
Gilberto Gil no primeiro dia do Zepelim de 2023, no Marina Park. Foto: Kaio Cads, via Fortal
Ney Matogrosso, de camisa brilhante, canta curvado ao microfone sob luz roxa
Ney Matogrosso cantou no domingo de 2023 (foto de julho de 2011, no Circo Voador). Foto: Alex Carvalho · Wikimedia Commons · CC BY-SA 2.0

Quem não foi viu de casa: o festival foi transmitido ao vivo no YouTube do Zepelim e no da Sua Música. Longe dos palcos, uma central de triagem operada pela Associação de Catadores do Jangurussu separava os recicláveis em tempo real. A edição ainda levou o Prêmio Responsabilidade Empresarial no Setor de Eventos, da Abrape com a Ambev.

Um dia só, e 15 mil pessoas (2024)

Em maio de 2024, o Zepelim anunciou dois dias, 24 e 25 de agosto. Em julho, mudou de ideia: tudo num sábado só, 24 de agosto, com 15 horas de programação. As atrações do domingo foram para o sábado, menos o Fresno, que saiu “por questões logísticas”. Quem tinha o passaporte dos dois dias pôde usar a diferença num upgrade para o ZLOUNGE, a nova área open bar, ou em consumação. Nem todo mundo gostou. “Fiquei frustrada porque queria vir para o show da banda Fresno”, disse a catsitter Jéssica Queiroz ao jornal O POVO.

Vista aérea noturna do festival: dois palcos em arco, iluminados, diante de uma multidão, com coqueiros, prédios e o mar ao fundo
O Zepelim de 2024 visto do alto, com os dois palcos e o público à beira-mar. Foto: Dave Filmes, via Portal Comunica CE

A noite reuniu cerca de 15 mil pessoas e 13 atrações. Julia Mestre, que dois anos antes tinha vindo com o Bala Desejo, abriu o Palco Mar. A Banda Uó fez o primeiro show em Fortaleza depois de um hiato de seis anos. BaianaSystem e Planet Hemp emendaram uma dobradinha de metal e rock, e Pabllo Vittar fechou o Palco Sol com as músicas do “Batidão Tropical 2”. Seu Jorge, Marina Sena, Céu, Os Garotin, Jovem Dionísio, Yago Oproprio e a dupla Luiz Lins e Ivysson completaram o dia.

A mistura era o chamariz. O jornal O POVO ouviu quem ia pela primeira vez, como a estudante Brena Brito: “Queria ter a experiência para avaliar se vale continuar vindo”.

Palco com três telões que exibem máscaras coloridas de formas geométricas, sob feixes de luz verde
O BaianaSystem num show em Fortaleza, em julho de 2019. A banda baiana tocou no Zepelim em 2022, 2023 e 2024 e está no cartaz de 2026. Foto: Lualidra · Wikimedia Commons · CC BY-SA 4.0

O palco é do fã (2025)

A quarta edição mudou de mês: 15 de novembro de 2025, feriado da Proclamação da República. O lema, segundo o POPline, era “O palco é seu”; a URB News registrou “Sonhe, sinta, seja”. Antes, os fãs votaram no Prêmio ZEP, que elegeu os momentos marcantes do festival e ajudou a montar o line-up. Na pré-venda, o Fan Stage, uma área colada ao palco para ver de perto um artista escolhido, sem custo extra, esgotou em seis horas.

Vieram também dois espaços novos. O palco Fortaleza É o Futuro, dedicado à música independente e contemporânea do Ceará, recebeu Camaleoa, Cheiro do Queijo e Montage. E o ZEP Club, a primeira pista só de música eletrônica da história do festival, ocupou o Atlantic Hall do Marina Park com dois coletivos cearenses, a Festa Lá em Cima e a BATEU, Pode Comemorar, das 22h até o amanhecer.

Nos palcos principais, Luísa Sonza, a atração principal, fez um show com troca de figurino e “Modo Turbo”, “Anaconda” e “Hotel Caro”. Marina Sena trouxe a turnê de “Coisas Naturais”, Diego Martins estreou em Fortaleza e Ana Caetano, do Anavitória, apareceu no show do Lagum. O projeto JAH-VAN cantou Djavan com Assucena, Céu e Luedji Luna, e Mateus Fazeno Rock abriu o Palco Mar.

O balanço: 15 mil pessoas e mais de 13 horas de música, na conta da Promoview; a URB News tinha anunciado mais de 12 horas, das 15h30 às 5h. Pela internet, a transmissão da Sua Música passou de 2,7 milhões de visualizações e alcançou 1,1 milhão de pessoas, com 40% mais audiência que em 2024. Para Gabriela Parente, foi a edição mais madura do Zepelim.

Palco coberto por uma cúpula roxa, com pessoas e barracas em volta, sob céu azul de fim de tarde
Fim de tarde no Zepelim de 2025: um palco em cúpula e as barracas em volta. Foto: Arthur Henrique, via Promoview
Redes coloridas e almofadas sob coqueiros iluminados por cordões de lâmpadas, com pessoas descansando
O redário no coqueiral, o espaço de descanso do Zepelim de 2025. Foto: Arthur Henrique, via Promoview

No berço do forró, um palco para a cena nova

Fazer o Zepelim em Fortaleza nunca foi óbvio, e a própria idealizadora diz isso. “Fazer um festival alternativo no Ceará, o berço do forró, é um movimento contracultura muito complexo, então tem que ser muito bem construído”, contou Gabriela Parente. “A gente tem tido sucesso e conseguimos chegar na rota dos festivais nacionais.”

O fio cearense atravessa as edições. Os Selvagens à Procura de Lei tocaram em 2022 e 2023. A Cor dos Olhos, formada por ex-integrantes dos Selvagens, veio em 2025. Mateus Fazeno Rock estava escalado para abrir o festival em 2023 e abriu o Palco Mar em 2025, e os dois estão juntos no tributo a Belchior de 2026. Em 2025, o palco Fortaleza É o Futuro deu à cena local um espaço só seu. “O público estava muito interessado em descobrir talentos locais. Esse palco ampliou nossa conexão com a cena cearense”, disse Gabriela.

De fora, a leitura é parecida. A Vou de Grade chama o Zepelim de “um dos principais nomes no calendário da música alternativa nordestina” e diz que o festival ajudou a fortalecer a cena cultural local e atraiu público de diferentes estados. Atração principal de 2025, Luísa Sonza defendeu nos bastidores festivais assim: “O Brasil precisa olhar para fora desse Rio–São Paulo. A gente tem uma cultura muito maior do que só esses dois lugares”. Para 2026, Gabriela Parente descreveu a transmissão nacional como um jeito de projetar o festival “levantando a bandeira da produção cultural no Nordeste”.

A 5ª edição, em 2026: o que já se sabe — e o que ainda não

A data apareceu antes do anúncio: em maio, o Zepelim surgiu na agenda de Julia Mestre em 21 de novembro. Está confirmado. A quinta edição é num sábado, 21 de novembro de 2026, no Marina Park Hotel, com portões abertos às 15h. Duda Beat foi a primeira atração anunciada, em 6 de agosto; depois vieram Carol Biazin, Gilsons, Gaby Amarantos, Duquesa, Marina Sena e BaianaSystem. O line-up dos palcos Sol e Mar fechou em 8 de agosto, com Poesia Acústica, Link do Zap, Julia Mestre e Belchior 80. Marina Sena volta pela quinta vez.

Belchior, de bigode e camisa branca, toca violão num palco sob luz colorida
Belchior, homenageado nos 80 anos pelo show Belchior 80, em 2026 (foto de 2004). Foto: Fabio Dutra · Wikimedia Commons · CC BY-SA 2.0
Duda Beat, de cabelo platinado e jaqueta preta e branca, sorri entre fãs
Duda Beat, a primeira atração anunciada de 2026, que já tinha tocado em 2023 (foto de 2020, no Festival Sensacional, em Belo Horizonte). Foto: Festival Sensacional · Wikimedia Commons · CC BY-SA 2.0

Os dois shows especiais seguem a velha mania do festival de promover encontros. O Belchior 80 celebra os 80 anos de Belchior (1946–2017) com Cor dos Olhos, Mateus Fazeno Rock e Vannick Belchior, filha do cantor, a única cearense entre os quatro filhos. O Poesia Acústica faz no Zepelim a estreia da turnê de dez anos, e Xamã, que tocou na segunda edição, volta ao festival três anos depois, ao lado de Salve Malak, Lourena, Cynthia Luz, Kayuá, Ducon, Chris MC, Bob do Contra e Luiz Lins.

Os ingressos iam de R$ 215 a R$ 400, conforme o lote, e saem sem taxa nos pontos físicos de Fortaleza. Quem ficar em casa pode assistir: a Sua Música transmite tudo de graça, em 4K, no YouTube.

A mesma produção tentou um irmão mais novo em 2026. O Zepinho, apresentado como o primeiro “family festival” do Norte e Nordeste, estava marcado para 26 de abril, no estacionamento do RioMar Fortaleza, com João Gomes, Galinha Pintadinha, Mundo Bita, Julia Mestre e Cor dos Olhos. Foi adiado para 17 de outubro e, em 29 de setembro, cancelado “por motivos de força maior”, sem que a nota dissesse quais.

O que ainda não se sabe, até 2 de outubro de 2026: quem toca no palco Fortaleza É o Futuro e no ZEP Club, que ainda seriam anunciados, e a ordem e o horário dos shows, que no fim de setembro seguiam em revisão. A formação do Poesia Acústica muda conforme a fonte: o jornal O POVO e a Billboard listam nove nomes, com Xamã; o Divirta-CE soma L7NNON e Maria. E se o Zepelim ainda vai sair de Fortaleza, como Gabriela Parente prometia em 2022, nenhuma fonte diz.

Edição por edição

Do lançamento adiado à 5ª edição: o Zepelim ano a ano
EdiçãoDataFormatoQuem passou
Lançamento22/jan/2022, adiado para 5/mar e depois para 20/agoZepelim Summer Experience, previsto para a barraca Santa PraiaMarina Sena e BaianaSystem, que foram para a estreia do festival
1ª20/ago/20221 dia, 2 palcos, 14 atraçõesAlceu Valença, Luísa Sonza, BaianaSystem, Marina Sena, Baco Exu do Blues, Selvagens à Procura de Lei
2ª19 e 20/ago/20232 dias, palcos Sol e MarGilberto Gil, Ney Matogrosso, Criolo, João Gomes, Nação Zumbi com Academia da Berlinda
3ª24/ago/20241 dia, 2 palcos, 13 atraçõesSeu Jorge, Pabllo Vittar, Planet Hemp, Banda Uó; cerca de 15 mil pessoas
4ª15/nov/20251 dia, 3 palcos e o ZEP ClubLuísa Sonza, Marina Sena, Anavitória, JAH-VAN; 15 mil pessoas
5ª21/nov/20261 dia, 4 palcosMarina Sena, BaianaSystem, Duda Beat, Gaby Amarantos, Belchior 80, Poesia Acústica

Marina Sena é a única artista que se apresentou em todas as edições do Zepelim. Ela já estava escalada para o lançamento adiado de 2022 e, em 2026, volta pela quinta vez.

Perguntas frequentes

Quem criou o Festival Zepelim?

Gabriela Parente, sócia-idealizadora do festival e diretora criativa do HUB ZPLM – Grupo Arte Produções. A realização e a produção executiva são da ZPLM Hub Criativo e da Multi Entretenimento, do Grupo Arte Produções.

Onde acontece o Festival Zepelim?

No Marina Park Hotel, na Avenida Presidente Castelo Branco, 400, no Moura Brasil, à beira-mar de Fortaleza. Todas as edições foram lá. O plano do anúncio, em 2021, incluía também Recife e Salvador.

Quando é o Festival Zepelim 2026?

Em 21 de novembro de 2026, um sábado, com portões abertos às 15h e mais de 13 horas de música em quatro palcos.

Por que o festival se chama Zepelim?

Porque o dirigível, nas palavras de Gabriela Parente, “representa um meio de transporte lúdico”, que levaria o público numa viagem “onde o sonho é o destino”. Sonhe, sinta e seja são as três palavras que conduzem o festival.

Dá para assistir ao Zepelim de casa?

Dá. A Sua Música transmite o festival ao vivo, de graça e em 4K, no YouTube. Em 2025, a transmissão passou de 2,7 milhões de visualizações.

A agenda do Zepelim e o que vier da quinta edição estão no perfil do festival no TocaOnde.

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